A HEPATITE C É A PRINCIPAL CAUSA DE TRANSPLANTE DE FÍGADO OU DE CÂNCER HEPÁTICO NO MUNDO.
FONTE: http://espaodashepatites-espaodashepatites.blogspot.com/
Chega informação ao BLOG que ontem (domingo), de tarde e começo da noite faltou médico no plantão do Hospital Regional de Currais Novos.
A Unidade de Pronto Atendimento, caso fosse levada a sério pela Prefeitura Municipal ajudaria e muito a população de Currais Novos, diminuindo a demanda do Hospital Regional. Mas isso não abona os problemas de gestão da direção do Hospital.
Enquanto saúde for tratada como moeda de troca e como mercadoria, esses problemas se repetirão.
O líder do PT na Câmara, Fernando Ferro (PE), ressaltou hoje (28) a importância do Plano Nacional de Banda Larga do governo Lula.
O PNBL vai assegurar a inclusão digital, com acesso rápido e barato em milhares de municípios brasileiros. Milhões de pessoas terão acesso à rede mundial de computadores, quebrando a resistências das operadoras privadas à expansão do serviço e à diminuição das tarifas, que está entre as mais caras do planeta.
A participação do estado no setor vai fortalecer a economia brasileira e ampliar a cidadania, disse Ferro. Conforme o líder, em razão do modelo ainda herdado do governo FHC, que privatizou as telecomunicações do País e instituiu um sistema oligopolizado com as tarifas estratosféricas, criou-se uma espécie de muro entre a população e a banda larga. No Brasil, como porcentagem da renda familiar, banda larga custa dez vezes mais do que nos países mais conectados. Além disso, o Brasil só vem regredindo no tocante à conectividade.
" Nos últimos 10 anos, perdemos 20 posições entre as nações com maior conectividade e acessibilidade às mídias digitais", disse o líder. Ele insistiu que as operadoras privadas têm culpa no atraso tecnológico no setor, uma vez que não respeitaram os contratos relativos à expansão do sistema. "As operadoras fixas de telecomunicação não responderam, não se interessaram em promover um programa de acesso à banda larga para a população. Mais da metade dos nossos municípios não têm banda larga, e somente 20% dos nossos lares conseguem acesso a ela".
A sessão da Câmara Municipal de Currais Novos desta quinta-feira foi transferida para as 11 horas da manhã.

Em um mês, o Datafolha “deu” e “tirou” 12 pontos de Serra para ajustar os números do instituto à evidência incontornável de um crescimento generalizado de Dilma em todo o país, conforme os levantamentos da Sensus e da Vox Populi já haviam sinalizado.
Mais do que colocar o instituto da família Frias e seu diretor, Mauro Paulino, sob suspeição, o cavalo-de-pau de agora, com o empate entre os dois presidenciáveis, reflete uma crise de identidade na candidatura Serra. O patético figurino de um candidato “cordial progressista” tentado nos últimos meses derreteu pelo artificialismo abusivo que nenhum gênio do marketing pode contornar.
A “virada” do Datafolha não resultou apenas da exposição de Dilma no programa eleitoral do PT, como quer o reducionismo conveniente dos “analistas”da página 2. Acontece que o figurino “cordial progressista”, quase lulista, de Serra fere uma percepção difusa, porém marmorizado no imaginário social, que é a oposição golpista, sistemática, da própria mídia ao governo Lula, indissociável de seu alinhamento escandaloso à candidatura demo-tucana.
As manobras em alta velocidade do Datafolha apenas corroboram essa adesão agressiva. O que se está colhendo agora é o efeito bumerangue dessa endogamia despudorada: o golpismo de seus aliados na mídia denuncia a farsa de um Serra “continuador” do governo Lula.
Evidencia, ademais, uma profunda crise de identidade de sua estratégia eleitoral, decorrente da falta de um projeto político e econômico convincente para o país. Só o Datafolha ainda não havia mensurado o desdobramento desse vazio, mas agora não dava mais para esconder.
As coisas então ficam assim: ou a mídia muda totalmente seu discurso golpista e adere ao “lulismo” de Serra — com as consequências eleitorais desse “ajuste”; ou Serra sai do armário e se junta ao udenismo lacerdista do diretório midiático.
Carta Maior (www.cartamaior.com.br)
Após as pesquisas recentes dos institutos Vox Populi e Sensus, agora foi a vez de o Datafolha mostrar a arrancada de Dilma Rousseff nas pesquisas de intenção de voto e a queda de José Serra (PSDB). Pela pesquisa, os dois estão empatados com 37% na simulação de 1º turno e com 42% na de segundo turno. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Foram entrevistadas 2.660 pessoas na quinta e sexta-feira.
Na comparação com o levantamento de abril, Dilma subiu de 30% para 37% na disputa de primeiro turno. Já Serra caiu de 42% para 37%. Marina Silva (PV) se manteve com 12% das preferências. As intenções de votos brancos e nulos somaram 5%, e os indecisos são 9%. O Datafolha era o único instituto que ainda sustentava uma vantagem expressiva para o tucano - o que agora desapareceu.
Na pesquisa espontânea, que não mostra os nomes dos pré-candidatos, Dilma lidera com 19%, contra 14% de Serra. A petista cresce num ritmo mais acelerado do que o tucano. A resposta espontânea mostra ainda um grande número de pessoas que citam o presidente Lula e "o candidato do PT". "Em tese, portanto, o potencial de voto espontâneo em Dilma pode ser de 28% - os seus 19% e mais outros 9% dos que desejam votar em Lula, em quem ele indicar ou em um nome apresentado pelo PT", afirma a reportagem do jornal Folha de S. Paulo, proprietário do instituto.
Um item importante apontado pelo Datafolha foi a mudança nos índices de rejeição, favorável à petista, que caiu de 24% para 20% enquanto o de Serra subiu de 24% para 27%.
O levantamento foi realizado na quinta-feira (20) e na sexta (21) com 2.660 entrevistas em todo o país.
Prefeitos do DEM, do PPS e do PSDB disseram ontem durante o encontro de prefeitos com a pré-candidata do PT à Presidência, em Brasília, ser a favor da continuidade do governo Lula e ressaltaram que nunca foram tratados de forma tão republicana como agora. A pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, participou do encontro e elogiou a coragem desses prefeitos.
O prefeito tucano de Itamonte (MG), Marcos Carvalho, disse que participava com muito orgulho do evento, porque havia sido respeitado pela primeira vez pelo governo federal. Ele prometeu trabalhar pela continuidade do governo Lula.
“Eu quero falar em nome de prefeitos de cidades pequenas, que pela primeira vez foram respeitados não como pontinho no mapa, mas como entes federativos, e respeitados pelo governo Lula. Não podemos voltar atrás. Infelizmente, não falo pelo meu partido, mas como cidadão. Quando cheguei aqui a Brasília nunca me perguntaram qual era meu partido. Sempre trouxe meus projetos e, desde que estivessem corretos, levávamos os recursos”, disse, ressaltando ser fã do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O prefeito de Jaguariúna (SP), Gustavo Lopes, do PPS, disse que não se importava com seu futuro partidário, apenas defendia o futuro dos brasileiros. “Eu não sei qual vai ser o meu futuro partidário, mas o meu compromisso é com o futuro do povo brasileiro. Eu seguirei aquela que foi indicada pelo presidente Lula para dar continuidade a esse trabalho que melhorou a vida de milhões de brasileiros.”
O prefeito de Sopé (PB), João Clemente, do DEM, também subiu ao palco para defender o modo republicano de governar de Lula. O ato político dos prefeitos reuniu mais de 1,1 administradores municipais em Brasília.
Dilma disse que esses prefeitos da oposição mostravam coragem ao se posicionar mesmo a contragosto dos seus partidos. “Eu saúdo os prefeitos corajosos [da oposição], que como disse um deles honram a bandeira do Brasil, porque ela é que une todos nós em torno de uma causa”, discursou.
A petista Dilma Rousseff foi a única a sair ovacionada do debate entre três presidenciáveis promovido na ultima quarta-feira (19) pela Marcha Nacional de Prefeitos, que desde ontem cerca de 4 mil administradores municipais em Brasília.
Além de Dilma, participaram Marina Silva (PV) e José Serra (PSDB). A ex-ministra foi a última a falar. Ela rebateu a acusação recorrente do tucano, de que o PT teria aparelhado o Estado.
"Faremos um governo municipalista. Não olhamos filiação partidária". Em um ataque aos tucanos, ela afirmou que o atual governo tirou o país de uma "época terrível, sem planejamento".
Dilma disse que a época de "prefeitos com pires na mão" foi enterrada pelo governo federal.
A petista afirmou que a construção de "creches é uma das coisas mais importantes" do próximo mandato. Ela assumiu o compromisso de, se eleita, lutar por mais recursos para a saúde, mas ressaltou: "Sabemos perfeitamente que houve perda de R$ 40 bilhões quando a CPMF foi extinta".
Aos prefeitos, Dilma defendeu as desonerações do governo, lembrando que, desde que Lula assumiu, a participação dos municípios no bolo tributário cresceu de 13% para 19%. E disse ser contra "fazer bondade com chapéu alheio". "Sou a favor do diálogo para discutir, justamente, o chapéu."
Repetindo ataque feito pelo ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais), ela disse que FHC recebia prefeitos com "cães e polícia".
Dilma afirmou ainda que, além do pré-sal, os prefeitos também devem brigar pelos royalties da mineração brasileira.
Ela disse que a partilha do pré-sal é mais importante que os royalties. "Não estou desfazendo dos royalties. Acho importantíssimo que os prefeitos recebam. Mas jamais descuidem de olhar a receita da partilha."
"Nosso objetivo era distribuir para todos os municípios", reiterou Dilma, acrescentando que, "infelizmente", isso não foi possível.
Dilma foi aplaudida por prefeitos ao afirmar que o Brasil deve ser elevado à quinta economia do mundo não pelo seu PIB (Produto Interno Bruto), mas pelo "nível de vida da sua população".
A petista ainda defendeu dois pontos "inimigos" dos cofres das pequenas prefeituras: piso para o magistério e aumento real do salário mínimo. "Isso [problema de caixa dos prefeitos] não pode ser entrave para darmos os primeiros passos."
Dilma foi a única dos presidenciáveis a deixar o auditório do Hotel Royal Tulip, onde se realiza a Marcha dos Prefeitos, aclamada por gritos dos municipalistas: "Brasil pra frente, Dilma presidente".
Ela encerrou sua participação no debate com os prefeitos afirmando que o presidente Lula "lançou as bases" para o Brasil, mas que "só superando a nós mesmos podemos chegar a ser um grande país".
Marcha
Cerca de 4.000 prefeitos participam da Marcha Nacional em Defesa dos Municípios, que começou ontem em Brasília.
Durante a sabatina, cada pré-candidato teve uma hora para expor suas ideias e responder às perguntas. A ordem foi definida em sorteio. O primeiro a falar foi Serra, seguido por Marina e Dilma. Foram três temas preestabelecidos: pacto federativo, educação e saúde.
Fonte: Site PT Nacional
A pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, ressaltou na noite de ontem (18) que o governo federal precisa sempre fazer uma gestão com foco nos municípios e construir parcerias produtivas e criativas com os prefeitos.
A declaração foi feita durante encontro com mais de 1,1 mil prefeitos do PT e de partidos aliados em Brasília. O encontro foi promovido pela Secretaria Nacional de Assuntos Institucionais do partido.
“Temos consciência da importância para economia desse país, para a cultura desse país, dos programas e ações desenvolvidas pelas prefeituras. Melhorar cada vez mais a gestão de vocês e ajudar vocês está expresso no PAC 2. Temos que ajudar os prefeitos e prefeitas a desenvolver projetos”, discursou Dilma, se referindo à segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Segundo ela, os prefeitos são importantes para impedir que os avanços conquistados pelo governo Lula não retrocedam a partir do ano que vem. “Vamos ter que estabelecer um diálogo produtivo e criativo para criar condições para que não se retroceda. Temos que honrar o melhor governo que esse país já teve.”
Dilma lembrou que, durante o governo Lula, o repasse de recursos da União aos municípios cresceu e deu novamente capacidade de investimentos para as prefeituras. “Nós temos autoridade de dizer para vocês que nosso compromisso é com o futuro. Nós só podemos ter compromissos legítimos com o futuro porque construímos o presente. Ninguém pode prometer, porque senão o povo desconfia, sem mostrar suas credenciais, sem mostrar o que fez pelo Norte, pelo Nordeste, pelo Sul, pelo Sudeste e pelo Centro-Oeste”, afirmou.
Fonte: Site PT Nacional