O Portal do PT disponibiliza abaixo a marca e fotos oficiais da campanha DILMA PRESIDENTE, bem como a logo oficial do PT (estrela) e a marca dos 30 anos do partido.
Mais informações podem ser obtidas na Secretaria Nacional de Comunicação do PT, através do fone (61) 3213-1309 ou pelos e-mails: flavia.ribas@pt.org.br e snc@pt.org.br .
A cidade de Campinas serviu de palco nesta quinta-feira (1º) para que 117 prefeitos de São Paulo declarassem apoio à candidatura de Dilma Rousseff à presidência da República. A participação de prefeitos da oposição confirmou o tom do encontro: o lançamento de um movimento pluripartidário em defesa da candidatura de Dilma.
O prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis (PPS), resumiu o apoio dos oposicionistas: “Não sei qual será meu futuro político, mas sei do meu compromisso com o futuro do Brasil”. Para Dilma, a declaração de apoio foi um ato de coragem. “Quando a gente faz política com paixão na alma, a gente acha o caminho da transformação e da esperança”, afirmou a candidata.
Dilma alertou a plateia para os dois modelos que estarão em debate nas eleições presidenciais. Segundo ela, o “dogma” de que não era possível aliar crescimento econômico e distribuição de renda foi o primeiro a ser quebrado. Contudo, mais que distribuir renda, o governo Lula garantiu a mobilidade social.
“Um país do nosso porte que não dá a sua população a perspectiva de melhorar de vida não é estável. Esta é a base e o pilar do governo Lula", afirmou. "Não é só distribuir renda. É garantir que as pessoas possam subir na vida. Esta visão de Brasil está em questão nesta eleição.”
A candidata defendeu a política econômica, com metas de inflação a serem perseguidas, rejeitou “aventureirismos” e criticou o que chamou de “apagão de investimentos”. “Nós fizemos um grande esforço para resolver a questão dos gargalos na infraestrutura do Brasil."
Leia a reportagem na íntegra: http://www.pt.org.br/portalpt/noticias/eleicoes-2010-11/dilma-recebe-apoio-de-117-prefeitos-paulistas-e-de-movimento-pluripartidario-9291.html
Logo após o anúncio de que Antônio Indio da Costa (DEM-RJ) formaria a dobradinha com José Serra na chapa oposicionista, o deputado Brizola Neto (PDT-RJ) lembrou, via Twitter, que o democrata foi alvo de investigação em Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal do Rio, quando era secretário de Administração do então prefeito Cesar Maia.
Naquele cargo, Indio foi responsável por um processo de licitação de merenda escolar considerado fraudulento. A CPI pediu seu indiciamento por suposto envolvimento com as irregularidades. O relatório foi enviado para o Ministério Público, ao Tribunal de Contas do Município e à Delegacia de Polícia Fazendária. Promotores estaduais chegaram a instaurar inquérito em que ele figurou como investigado, mas o procedimento acabou sendo arquivado em 2008.
Segundo dados da Transparência Brasil, Indio também gastou, desde o início do mandato de deputado, R$ 733,8 mil com verbas indenizatórias da Câmara. Para justificar gastos de R$ 95 mil desse total, ele usou notas fiscais emitidas pelo criador de seu site na internet. O valor que ele diz ter pago é 31 vezes superior à média de mercado: a criação de uma página na internet semelhante à do deputado custa, em média, R$ 3 mil.
Apartamento
As notas foram emitidas pela empresa Moscatelli Manutenção em Serviços Digitais, cuja sede é um apartamento residencial na Rua Santa Clara, em Copacabana (RJ). O dono, Roberto Moscatelli Lima, de 30 anos, foi o responsável pela criação da página destinada a divulgar o mandato de Índio da Costa na web.
À reportagem, Moscatelli disse que os pagamentos se referem ao serviço de criação do site. Confrontado com a média de preço de mercado para páginas semelhantes, ele disse não saber quanto recebeu do gabinete de Indio. "Não tenho como te dizer isso, procura a assessoria dele."
O DEM, por meio de sua Assessoria de Imprensa, rebateu o comentário de Brizola Neto, a respeito da CPI que investigou suposta fraude em licitação da merenda escolar sob responsabilidade de Indio da Costa à época em que era secretário de Administração da Prefeitura do Rio. Segundo o partido, o Ministério Público investigou a denúncia e não encontrou provas contra ele. O deputado, diz o DEM, combateu um cartel que trazia prejuízos ao município.
Em relação às despesas efetuadas para custear montagem de seu site, a assessoria de Indio limitou-se a informar que elas estão "dentro dos limites estabelecidos pelas normas da Câmara que regulam os gastos da verba indenizatória". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O Partido dos Trabalhadores realizou durante a manhã deste domingo (27) sua convenção. O evento teve início por volta das 9h na Escola Estadual Régulo Tinôco (em frente ao Machadão). O momento foi de oficializar as candidaturas de deputados federais e estaduais, além do nome de Hugo Manso ao Senado. A oportunidade serviu também para confirmar a aliança com o PSB e o apoio à reeleição de Iberê Ferreira.
Uma caravana de militantes do PT de Currais Novos foi participar da convenção em Natal que homologou as candidaturas do PT e a candidatura de deputado estadual de ODON JR, militante do PT local.
A deputada federal Fátima Bezerra deu hoje a largada na luta pela reeleição, tendo como slogan "Manter o rumo, Avançar no sonho" e também foram homologadas as candidaturas de Geraldão e de Assis (Mossoró) para Deputado Federal.
Fernando Mineiro também concorre à reeleição na Assembléia Legislativa. Novos candidatos também surgiram este ano disputar uma vaga na Assembléia como é o caso de Odon Júnior, candidato que representa o Seridó e a juventude do estado. O PT esse ano optou por não se coligar na eleição proporcional.
O Sindsaúde-SP (Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo) declarou-se ontem à procura de oito dos dez hospitais que, pela propaganda eleitoral do PSDB e de José Serra, foram construídos pelo governo estadual entre 2007 e este ano.
“Que a gente saiba, tem só dois hospitais que daria pra chamar de novos: o Instituto do Câncer Octávio Frias (inaugurado em 2008, dentro do Hospital das Clínicas) e o Centro de Reabilitação Lucy Montoro (de 2009)”, afirma o diretor do sindicato, Ângelo D’Agostini.
De acordo com o dirigente sindical, as peças publicitárias tucanas estão “bombando” a lista com instituições filantrópicas.
“São hospitais com quem o Governo Serra fez parceria, mas não são novos, apenas obras e instituições que o governo encampou. No máximo, o governo estadual pode ter reformado estes lugares.”
Outro dado artificial, segundo o sindicato, é o número de Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs) do Estado. A propaganda tucana promete que 40 unidades serão entregues à população até o fim deste ano.
“Não procede”, acusa o diretor do Sindsaúde.
“Se pegar a lista desses hospitais, não tem nenhuma AME novas, mas sim ambulatórios ou núcleos de gestão assistencial que já existiam e foram mexidos”, denuncia D’Agostini. Como exemplos de maquiagens nesse sentido, ele cita as AMEs das cidades de Votuporanga e de Marília.
“Eles só colocaram mais especialidades, reformaram e mudaram os nomes”.
O projeto prevê o pagamento de um adicional de periculosidade a vigilantes, salva-vidas e seguranças privados, entre outras categorias.
A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público aprovou nesta semana, por unanimidade, o parecer do relator deputado federal Eudes Xavier (PT-CE), favorável ao projeto que prevê o pagamento de um adicional de periculosidade (30% sobre o salário) a vigilantes, salva-vidas e seguranças privados, entre outras categorias.
Atualmente, a CLT considera como atividades ou operações perigosas apenas aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem o contato permanente com inflamáveis ou explosivos em condições de risco acentuado.
Esta alteração, segundo o deputado Eudes Xavier, possibilita que profissionais como salva-vidas, vigias, vigilantes e seguranças privados, dentre outros, sejam reconhecidos pelos esforços despendidos na tutela do patrimônio e da vida das pessoas. O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça.
A candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, aparece na liderança da corrida presidencial com índices que variam de 38,2% a 40%, dependendo da lista de candidatos apresentados.
No cenário com todos os postulantes, ela tem 38,2% das intenções de voto, contra 32,3% de José Serra (PSDB) e 7% de Marina Silva (PV). No cenário em que só aparecem os três, Dilma vai a 40%, Serra a 35% e Marina a 9%.
Os dados fazem parte da pesquisa encomendada ao Ibope pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quarta-feira (23).
Em um eventual segundo turno, o cenário também é favorável à ex-ministra da Casa Civil. Dilma venceria Serra por 45% a 38% e bateria a verde Marina Silva por 53% a 19%.
Na pesquisa espontânea, Dilma também alcança a dianteira com 22%. Neste cenário Serra tem 16%, Marina Silva outros 3% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pela legislação é proibido de disputar uma nova reeleição, tem 20%.
A pesquisa CNI/Ibope foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 16292/2010 e realizada entre os dias 19 e 21 deste mês. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 140 municípios.
O Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores realizará neste domingo, 27 de junho, a Convenção Estado do Partido. O evento será realizado no Instituto de Educação Superior Presidente Kennedy, a partir das 9h.
Durante a convenção, serão homologados os nomes dos candidatos a deputado federal, estadual e nome de Hugo Manso para o senado. Até o momento, o PT/RN tem três pré-candidatos a deputado federal e 14 a deputado estadual.
O partido dos Trabalhadores irá ainda confirmar a aliança com o Partido Socialista Brasileiro e o apoio reeleição do governador Iberê Ferreira.
Após a homologação, o Diretório Estadual e os então candidatos seguem para o Ginásio Machadinho, onde estará ocorrendo a convenção do PSB.
Encontro Estadual de Definição de Candidaturas
Antes, no sábado à tarde, os pré-candidatos se reúnem no Sinte para aprovação das candidaturas. Os 180 delegados eleitos no PED e que participaram do Encontro Estadual do PT, realizado em abril, decidirão quem dos pré-candidatos sairá candidato.
Na ocasião, também será discutida a tática de alianças do Partido.
O pré-candidato ao senado Hugo Manso, que já teve o nome aprovado, será referendado.
Subiu o percentual de famílias que avaliam ter alimentos suficientes ao final do mês, de acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), divulgada hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O levantamento foi feito em 55.970 domicílios no país. O percentual de famílias que avaliam ter alimentos suficientes para chegar ao fim do mês é de 64,5% (2008-2009), superior aos 53% da pesquisa feita em 2002-2003.
No entanto, o levantamento destacou que permaneceram algumas diferenças regionais. No Norte e no Nordeste, 50% das famílias reclamaram de insuficiência na quantidade de alimentos consumidos. No Sul e no Sudeste, o percentual é quase a metade: 23% e 29%, respectivamente.
Por meio de um questionário subjetivo, a pesquisa, que analisa a composição da renda e dos gastos dos brasileiros, também estudou a percepção da população sobre aspectos da qualidade de vida.
Sobre a capacidade de chegar ao fim do mês com a própria renda, item que também foi avaliado na POF, as famílias estão insatisfeitas: 75% assumiram ter "algum grau de dificuldade". Na classe mais baixa (de até R$ 830 por mês), 88% indicaram alguma dificuldade e 31,1%, muita dificuldade.
Por outro lado, dos 4% de famílias do país com rendimento maior que R$ 10.375, apenas 2,6% contaram ter "algum grau de dificuldade", contra 72% de facilidade.
"Tanto na questão da renda quanto na questão do alimento há um avanço da percepção de melhora que pode ser explicado pelo aumento da renda média, da massa salarial, constatados em outras pesquisas do IBGE ", reforça o gerente da pesquisa, Edilson Nascimento.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) até janeiro deste ano mais de 4,1 milhões de famílias tiveram o benefício do Programa Bolsa Família cancelado. O principal motivo do corte é a renda per capita familiar superior à renda mínima estabelecida pelo programa. Mais de 2,2 milhões de famílias (54% dos casos) abriram mão do benefício ou tiveram o auxílio suspenso pela elevação da renda.
Toda família com renda mensal por integrante de até R$ 140 tem direito ao benefício. O valor varia conforme o tamanho da família, o número de crianças e adolescentes na escola. O auxílio vai de R$ 22 a R$ 200 por mês.
O motorista Eduardo Rodrigues, que mora em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, e é pai de uma menina, abriu mão de R$ 40 mensais porque passou em um concurso público. “Não era justo continuarmos recebendo”. Também suspendeu o benefício Sônia de Morais Mendes, moradora de Belo Horizonte. Mãe de três filhos, recebia R$ 112 por mês. Ela aumentou a renda familiar porque voltou com o ex-marido e conseguiu trabalho. “Eu hoje não preciso mais desse dinheiro, por isso fui à prefeitura e dei baixa”, contou.
O vendedor da Feira Livre de Marília (SP) Osvaldo Dutra de Oliveira Primo, pai de dois filhos, precisou do benefício do programa por cerca de três anos. “Foi uma época que estava desempregado, com problema de saúde. Eu praticamente alimentava minha família com esse dinheiro”, lembra. Depois de voltar a trabalhar não sacou mais o auxílio. “Eu usei na extrema necessidade. Assim que tive condições, procurei dar baixa para que outras famílias pudessem ter o benefício”.
Para o governo, os pedidos de cancelamento mostram que o programa tem porta de saída. “Sempre teve”, comentou secretária nacional de Renda e Cidadania, Lúcia Modesto, quando o ministério divulgou o perfil das famílias beneficiadas pelo programa em 31 de maio. A professora Célia de Andrade Lessa Kerstenetzky, do Centro de Estudos Sociais Aplicados, Faculdade de Economia da Universidade Federal Fluminense (UFF) pondera que é “incontestável” que há uma saída, mas “o significado dela é menos claro”. Ela “especula” que a razão principal para a saída do programa deva estar relacionada com a melhoria no mercado de trabalho, “essa hipótese parece forte, dadas as evidências de crescimento da renda e do emprego”.
Na avaliação do economista Serguei Soares, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a porta de saída do programa é o crescimento econômico. “Ótimo que essas pessoas conseguiram sair, espero que outras consigam também, mas não vai ser pelo fato de que alguns conseguiram sair que a gente pode ter um acento ejetor ou vá responsabilizar o MDS pelas saídas. Essas dependerão do crescimento econômico”, comentou.
Atualmente, 12,6 milhões de famílias recebem um total de R$ 1,1 bilhão do programa. A meta do governo é chegar a 12,9 milhões de famílias até o final do ano e atingir grupos vulneráveis ainda não alcançados como os moradores de rua.